Livro de ensaios do arquiteto Rafael Moneo chega ao Brasil
MARIO GIOIA
da Folha de S. Paulo
A arquitetura pode ser poesia, caso seja feita por Álvaro Siza em projetos mais inspirados. A arquitetura também pode ser cinema, quando Rem Koolhaas se debruça sobre uma cidade como Nova York.
Esse elogio da arquitetura como arte é defendido de modo enfático pelo espanhol Rafael Moneo, 71, ganhador do Pritzker em 1996 --uma espécie de Nobel da área-- e prestigiado crítico. Uma reunião de ensaios a respeito de oito arquitetos-chave da cena contemporânea chega ao Brasil. "Inquietação Teórica e Estratégia Projetual" é lançado pela Cosac Naify e consiste em uma compilação de ensaios de Moneo quando deu aulas na Universidade Harvard, nos EUA, e ministrou conferências no Círculo de Belas Artes de Madri, nos anos 90.
Moneo tem projetos de destaque em arquitetura, como a ampliação do Museu do Prado, de 2007, e a estação de trem Atocha (1985-88), ambos em Madri. Nos anos 60, trabalhou com o dinamarquês Jorn Utzon (1918-2008), autor da Ópera de Sydney e que levou o Pritzker em 2003.
Na entrevista à Folha, Moneo descreve como chegou aos oito nomes estudados em seu livro e sugere uma revisão com alguns novos profissionais, como a japonesa Kazuyo Sejima, do escritório Sanaa. Também defende uma "atitude teórica" dos arquitetos, diz que admira a obra dos brasileiros Oscar Niemeyer e Paulo Mendes da Rocha e enfatiza que a arquitetura é uma experiência física.
Reportagem completa e entrevista no site da Folha - Caderno Ilustrada
Indicação de leitura do professor José Maria para conhecer formas e métodos da dinâmica projetual de diferentes arquitetos contemporânos
no orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=43917537
e-mail: faus_2008@hotmail.com
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